terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Serenidade



Como a brisa suave marola o mar
farfalha as copas, penteia a relva macia
Brisa que nossa face acaricia
Brisa serena a calma no ar
Serenidade em quem ama de verdade
É como uma brisa de tranquilidade
Na confiança de quem ama e é amado
Na segurança de vidas entrelaçadas
Quando toda paixão se condensou
Em amor no coração se derramou
e o coração palpita em compassos macios
embalando a alma em canções de ninar
Paz de quem não teme nem deve
Paz de um colo aconchegante
Paz de uma mão acariciante
Paz de romance em noite de luar
A Serenidade do ser ao se conhecer
Em perfeita Harmonia entre o Ser o e Ter
Em sintonia com os pulsos do Universo
Em conjunção com a vontade dos astros
A Serenidade de quem vive a vida em paz com a Morte
O equilíbrio do dual, corpo e alma
Da razão em paz com a emoção
De uma vida com Deus em comunhão
Com Fé, Esperança e Amor no coração

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